quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Conto n. 16: Na sala de parto, a Puta

Minha esposa começava a sentir as contrações com mais violência, começava a grunhir e chorar. No hospital aguardávamos a chegada da obstetra que a acompanhou no pré-natal. Minha esposa era uma fã da médica, ela era recomendadíssima por amigas, uma mulher afetuosa e humana. O nome da médica? Antonieta. 
Antonieta?! Como eu poderia adivinhar... Antonieta. 
Eu nunca havia visto Drª. Antonieta, não acompanhei minha esposa no pré-natal e a única vez que fui ao ultrassom, este não foi feito pela Doutora Antonieta. Na verdade, eu imaginava que a idolatrada médica fosse uma senhora, veterana em partos, quase uma avó. Não era! Eu estava chocado! Era a Puta!
Calma, calma! Vou explicar... Quando a doutora entrou no quarto eu fui jogado em um túnel do tempo, dez anos atrás. 


Eu estava animado aquele dia, eu tinha 19 anos e fui com a galera para o puteiro da cidade. Era um velho puteiro, com velhas putas, que nossos pais ainda frequentavam tentando manter o antigo clima de boêmia de nossa cidade, que já não era mais a mesma. 

Chegamos lá e nos divertíamos com as putas velhas dançando, nos abraçando, reconhecendo em nós nossos pais. 
- Esse filho do Juarez não saiu ao pai, a mãe deve ter regulado muito. Disse uma das putas, em gargalhadas, olhando para um amigo mais tímido sentado na beira do balcão. 
Eu queria explorar o lugar. Conhecer aquelas mulheres, ver suas tetas, sentir o cheiro daquela vida que desde sempre ouvi meu pai contar. 
Mas havia ali algo que não se encaixava no cenário. Havia uma puta mais jovem, com uns 25 ou 28 anos. Ela sentava no colo daquelas putas, gargalhava muito alto, estridente, e brincava com os velhotes que estavam por ali. Eles lhe davam tapas na bunda e diziam para ir para o quarto estudar, que no dia seguinte teria sua última prova. Ela ria mais alto ainda e dizia: - Essa prova já tá no papo, Zeca!

 Eu supus que era apenas um código, uma brincadeira com a puta. Fiquei observando-a, não era a mulher mais bonita que eu já havia visto, mas tinha uma liberdade fulminante. Sua longa saia amarela brilhava no meio daquelas luzes coloridas dentro do cabaré. Resolvi me aproximar, acreditei ser minha chance com uma puta, já que não me animava com uma puta velha. E perguntei: - Ei, puta! Cobra quanto? Ela me encarou e disse: - Não cobro não. Sem entender muito, dei de costas e comecei a sair. Ela me chamou: - Ei! Eu disse que não cobro, não que não faço.
Eu havia conseguido a puta e fomos para um quarto no andar de cima do puteiro. Quando chegamos à porta do quarto, ela me pediu para esperar, da porta eu vi quando ela tirou a colcha da cama e jogou sobre uma mesa com livros, cadernos e notebook, cobrindo-os.
Arrancou a blusa, ficou com as tetas de fora e sungou a saia deixando-a curtíssima. Mandou que eu entrasse e colocou um brega no cd-player. Começou a dançar, como uma havaiana e rindo para mim. Eram as tetas mais bonitas que eu já havia visto. Como balançavam de forma redonda e suave. 
Aproximei-me dela e coloquei a boca naquelas tetas, lambi toda aquela redondice. E as coxas? Coxas febris e lisas. Ela ria e se entregava ao meu toque. Eu não sabia onde tocar. O que tocar. Eu mordiscava, lambia, lambuzava todo o seu corpo. 

Foi quando fui surpreendido com ela enfiando a mão dentro da minha calça e puxando meu pau pra fora. Agarrada a ele, ela olhou pra mim e disse: - Coloca no meu cu?
Achei que meu coração iria sair do peito e que iria gozar ali mesmo, naquela hora. Enfiei a mão por baixo da saia e fui levando da buceta ao cu o melado escorregadio e quente, fazendo um movimento que a fazia arrepiar, causando atrito entre meu tato e suas coxas. 
Na excitação de estar fudendo uma puta de graça e ainda estar vivenciando aquelas delícias muito maiores que imaginei alcançar, perguntei: - Qual é seu nome?
- Puta! Ela falou.
- Fala, gostosa, como você chama? E coloquei meu dedo dentro do seu cu.
- Puta. Ela gemeu.
- Pode ser o nome de guerra, fala pra mim, no meu ouvido. E a virei de costas e abri sua bunda.
- PUTA! Ela gritou.
- Vou chupar seu cu, Puta!  E coloquei minha língua naquele cuzinho rosado. 

Ela gritava, como se ninguém pudesse nos ouvir. Eu coloquei meus dedos dentro da sua buceta e continuei a lambuzar seu cu. Como ela gritava. Quando eu senti que eu gozaria sem fuder o cu dela, encostei meu pau na entrada do cu e pedi gemendo. 
- Abre o cuzinho, Puta.
Ela engoliu meu pau, gozamos. Não demorou muito, ela saiu do quarto, sumiu. Rapidamente, fui surpreendido pelo leão de chácara do puteiro entrando no quarto e pedindo que eu saísse. Sorte minha que eu já estava com as calças. Nunca mais vi a Puta.
Fui embora com os amigos, contando o acontecido e fazendo zombaria: - A Puta quase não fica até o final!


Minha esposa gritou de dor e eu voltei do transe da lembrança. A Puta, quer dizer, Doutora Antonieta estava bem à minha frente. Segurando a mão da minha esposa, afagando sua testa e dizendo para ela se manter forte. Olhou para mim e disse, parecia que nunca havia me visto: - Você é o pai? Vai ficar aqui até o final?
Eu não conseguia responder. Estático. Em choque.
- CLÁUDIO!!  Gritou minha esposa.
- Até o final, vou sim, vou sim...