domingo, 6 de outubro de 2013

Conto n. 13: Broxante forçamento


Apollonia Saintclair 378 - 20130623 La vérité sur l'Affaire Lucy K. (Intimate revelations about Lucy K.)
Depois de algum tempo ela começou a me colocar na parede. Nós havíamos nos beijado há algumas semanas e ficara apenas nisso. Por mim estaria tudo bem se não houvesse mais nada, o beijo havia sido o bastante. No entanto, ela considerou que deveria ter mais de mim e chegou a insinuar que quando já somos crescidinhos o beijo não é o bastante.
Por muito tempo tentei me esgueirar. Entretanto, nem sempre fugas são possíveis. Foi então que a convidei para a minha cama e ela não pestanejou. Aquela ânsia desenfreada me deixou um bocado apreensivo, tenho que admitir. E eu deveria ter considerado a minha apreensão um presságio, já que eu nunca ficava apreensivo quando o assunto eram mulheres e suas vontades de me dar. Eu comia e só. Como um Dom Juan eu as envolvia, eu fazia com que elas viessem até mim e num ato singelo, livre, eu dava à elas o que elas queriam enquanto eu também tinha o que eu queria. Meu gozo, meu êxtase.
Contudo, aquele dia foi diferente. Ela era uma linda mulher, seus peitos eram os peitos mais bonitos que eu já havia espiado. Eu salivava em seu decote. Eu e mais meia dúzia de colegas em comum. Ela estava nua em minha cama, nua e eufórica. Comecei beijando sua boca e ela ansiosamente procurou meu pau e começou a tocar uma para mim. Ela segurava com força, apertava e friccionava com muita rapidez. Foi então que discretamente eu tirei sua mão de meu pau. Incontente ela foi até ele com a boca. Pensei que talvez ela fosse melhor com a boca, mas eram dentes, mordidas, pressões que não me levariam nunca ao prazer. Comecei a me sentir um tanto quanto abusado por ela.
Parecia mesmo que ela não pensava em mim, cumpria o que ela achava que deveria fazer para eu ficar contente e assim passar para a segunda fase da foda. E foi então que voltamos a nos beijar e eu alcancei seus peitos com minha boca. Ela imediatamente disse “Aí não!”, minha frustração foi instantânea, eu queria tanto chupar aqueles peitos. E ela completou: “Antes de chegar aí você tem que beijar minha nuca”. Eu pensei: Ufa!! Não é um não absoluto. Fiz o que ela pediu e beijei sua nuca. Quando ela pareceu animada com minha língua em sua nuca eu fui para os peitos. Eu nem estava satisfeito ainda quando ela disse: “Agora beija minha barriga!” Achei aquilo meio estranho, mas fui beijar sua barriga.
Apollonia Saintclair 412 - 20130923 Les hautes herbes (Another John Barleycorn)Foi quando começou o estupro. Ela começou a empurrar minha cabeça para sua xoxota. Eu resistia e beijava sua barriga, tentando voltar para seus peitos. Ela empurrava com mais força. Até que eu me esquivei e disse: “Calma, princesa!” E ela sorriu zombeteira.
Porém, na verdade, eu não tinha pretensão em beijar sua xoxota. E depois daquele desconforto voltei para os peitos dela, quando eu já estava bem animado e procurando pela camisinha para dar a ela o que ela queria, ela começou a empurrar minha cabeça novamente para sua xoxota. Tentei resistir e ela disse: “Para colocar tem que me chupar, essa é a regra!”
Naquele exato momento e me senti violentado, eu não queria chupar sua xoxota. Se ela tem as regras dela eu também tenho as minhas e eu não saio chupando todo mundo. Não consegui dizer a ela que não queria aquilo, não consegui dizer qual era a minha regra e chupei.
A foda terminou em clima de broxada, pois enquanto eu a chupava meu pau me dizia: “Caro amigo, a que nível você chegou, desta eu estou fora!” E se retirou da brincadeira. Sem querer dizer a ela que eu havia broxado e sem ânimo para começar tudo novamente eu encontrei uma maneira de encerrar tudo ali, chupei até ela gemer e me despedi. Ela foi embora e eu fiquei digerindo aquele forçamento.