sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O significante: Sobre segredos.

 

segredo

O segredo não existe.

[Tem dias que tenho divagações digna de uma mega viagem regada a tóxicos.]

Sabe aquele lance de signo + significante = significado. É um lance louco aí que diz que é necessário a materialização [de alguma forma] unido ao som para que algo tenha sentido. Isto é, para que exista de fato [na minha concepção], pois penso que a existência só é efetiva se há sentido, significado.

Não é o que se busca o tempo todo? O sentido de nossa vida? Pois bem, é como se ao não entender qual o sentido da vida não existamos.

Contudo, se pensarmos a partir daí percebemos que um segredo, aqueles clássicos segredos que devem ficar ocultos, para que ninguém saiba, sejam os mais cruéis ou os mais estúpidos, ele não pode ser materizalizado e sonorizado, para assim não ter significado e, portanto, não existir.

O segredo não existe de duas maneiras.

1.  Se você compartilha o segredo ele ganha significado, ganhando significado ele começa a existir. E se ordena no mundo, entra no fluxo das coisas que têm significado [vide imagem acima], no entanto, deixa de ser segredo, pois segredo que é segredo não deve cair na boca do mundo.

2. Se você não o materializa e o sonorifica ele não terá significado e não o tendo ele não existirá, você corre o risco até de se lembrar que esse segredo exista. Ele se perde entre o mundo das coisas sem significado e assim não existirá.

Alexander Rodchenko, Lily Brik. Portrait for the poster Knigi, 192

Então se você quer que o segredo não exista da segunda maneira. Ou seja, que ele não caia na boca do mundo não dê significado a ele. Não o materialize, sonorificando-o. A maneira de materializar o pensamento que temos é a fala e a escrita. E mesmo que o segredo seja repleto de ação, participação de outros e etc. não o sonorificar é uma maneira bastante eficaz de ocultá-lo, exilá-lo no mundo do não-significado.

Boa sorte com os seus segredos! Smiley piscando

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Moda Boyfriend: Sobre a dobra no Short.

 

A moda boyfriend trás um tendência de roupas, principalmente jeans, mais “desleixadas”, com rasgões, cortes irregulares, dobras e/ou corrosões, além de serem largas.

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Eu não sou a pessoa indicada a falar sobre moda, pois sempre fui um pouco do tipo moda boyfriend desproposital, então, a minha tendência é ter um look mais desleixado, apesar que hoje em dia há quem diga que eu sou hype. Nhé-nhé Whatever… Que seja o que for!

Eu quero falar não da moda boyfriend, mas da dobra. Não a dobra na calça, mas a dobra no short. Ou a tesourada na calça velha para virar short.

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A moda permite que compremos um short já com dobras, mas antes desse aspecto ser tendência da moda já víamos mulheres com shorts dobrados por aí.

A dobra tem um ar de “quero mostrar mais. Ainda estava comprido!”. E acredito que deva ter um efeito equivalente nos homens. Acho que olham e pensam “ela quer mostrar mais” e alguns mais ousados talvez até pensariam “ela gostaria de mostrar muuuuito mais”.

A dobra no short é inevitavelmente sensual.

É um sinal de alerta, um sinal de “vejam! Eu sai de casa e dobrei o short para que vejam”. As pernas são constantemente alvo de apreciação de homens e mulheres. Pernas bonitas, grossas – em alguns casos peludas – malhadas, fortes e tesudas.images

Quem já não ouviu um homem elogiar as pernas da Viviane Araújo: grossas, malhadas, pelos descoloridos e pele morena? [É só um tipo de exemplo, sei que haverá quem vai dizer que não é um bom exemplo, mas… ]

A dobra do short é um convite para as pernas.

Um convite para as pernas de alguém pode  ser um convite oculto para uma noite – ou manhã, ou tarde – de muito sexo. Pois há de ter pernas fortes para participar efetivamente de sessões de sexo.

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Tudo isso pode ser loucura da minha cabeça delirante que só pensa naquilooo… [Dizem que Freud explica… Eu não tenho certeza].

Contudo, vejo a possibilidade de fazer uma ligação entre moda boyfriend –> short dobrado –> foco nas pernas –> sexo cavalgado. Uhul…

Talvez um simples short pode fazer várias promessas por você, quem sabe até promessas que você não poderá ou não quererá cumprir. A roupa fala por você, convida por você, a roupa insinua muito mais do que você pode ter pensado insinuar ao sair de casa, então se você é do tipo que gosta de saber a que veio, cuidado com o seu guarda-roupa, ele pode fazer convites que você não teve a intenção de fazer ou desfazer convites que você tenta fazer por séculos.

No entanto, se você preferir que algo diga ou convite em seu lugar, use e abuse dos significados que esse signo – a roupa – pode conter. Eu sou um tanto confusa com as minhas, mas talvez seja por causa da minha tendência a oscilar. Uma hora eu entro no eixo. Smiley piscando

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Paradigma educacional, pra quê te quero?

 

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Eu tenho sido professora no ensino médio de rede particular de ensino e, por isso, também estou convivendo com professores do ensino fundamental.

[Ah! Já fui solicitada a realizar uma “aula show”.  Smiley surpreso Que porra é essa?? Eu lá sou artista?]

 

Ouvi essa semana um papinho nos bastidores de um aluno com uma colega de trabalho, o jovem estava no pátio da escola e essa colega estava encaminhando-o de volta a sala de aula. Ao recusar o retorno ela tentou o argumento de que ele precisava estudar, pois “lá vem o vestibular!” e ele simplesmente disse que não precisa estudar, pois um amigo era trocentos mil anos repetente, sempre foi o baguceiro na escola e que havia terminado o ensino médio a trancos e barrancos, mas isso não o impediu de fazer faculdade, ele havia passado no processo seletivo de uma faculdade particular, em um curso de engenharia não-sei-o-quê.

Além desses jovens nascidos na década de 90 terem esse tipo de pensamento sobre a vida educacional, há mais o que se dizer sobre as repercussões acerca das alterações nos paradigmas educacionais. Os pais desses jovens não aceitam o fracasso do filho ou a preguiça, ou o não interesse dos filhos. E nesse sentido toda “falha” do filho torna-se culpa dos professores.

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Os pais e os alunos esqueceram-se que o professor está lá como um livro aberto, mas o conhecimento do livro não entra na sua cabeça só pelo fato de ele estar diante de você aberto. Você precisa ler, raciocinar, indagar sobre coisas que estão ali e você não entende, buscar o significado de alguma palavra que você não conhece. e34e1f75

Esqueceram que avaliação é confeccionada pelo professor, mas ela não vem com as respostas, são os alunos que têm que solucionar as questões daquela avaliação. No entanto, agora, o processo avaliativo do aluno quando demonstra que o aluno está se saindo mal torna-se um processo de avaliação sobre a competência do professor.

Talvez a geração que nasceu na década de 80 e se tornaram professores também estejam passando por um dilema acerca da postura profissional. A tal alternância do paradigma educacional: do conservador ao inovador. Acredito que parte de nós tenhamos sentido falta da proximidade dos professores conosco e queiramos proporcionar isso aos alunos, mas quando nos aproximamos não conseguimos manter constante a postura de “mestre” da classe.

A hora do intervalo ou a hora de distração durante a aula se confunde constantemente com uma postura de relaxamento do ensino. A busca por estereótipos comportamentais fechados são constantes e cansativa, para mim.

Eu me preocupo com essa geração não só como professora, mas como indivíduo nessa sociedade. Onde estão os heróis dessa geração?? Os meus morreram de overdose ou melancolia. E venho buscando outros… 

Essa semana eu ouvi: “O que sei do cazuza é que ele era viado e drogado!”

E quem será Renato Russo? Quem será Cássia Eller? Quem será Restart? Quem será Florbela Espanca? Quem será Clarice Lispector? Quem será Luan Santana?

No Programa do Jô eu ouvi o garoto com cara de desenho animado mal traçado do Restart dizer: “É muito difícil fazer Rock no Brasil hoje!” Deve ser mesmo… Muito! Pois não vejo nada que me surpreenda, nenhuma postura rock’n’roll na mídia hoje.

Enfim, para que paradigmas educacionais, para quê?

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Acordar para a vida: Sobre flores e escolhas.

 

Vi um filme:

“Quanto mais você fala sobre uma pessoa como uma construção social ou como uma confluência de forças ou como sendo fragmentada ou marginalizada, o que você faz é abrir um novo mundo inteiro de desculpas. E quando Sartre fala de responsabilidade, ele não está falando de algo abstrato. Ele não está falando sobre o tipo de “eu” ou “almas” que os teólogos falam. Ele está falando de você e eu, conversando, fazendo decisões, fazendo coisas, e recebendo as consequências. […] Resumindo, eu penso que a mensagem aqui é que nós nunca deveríamos nos subestimar ou nos vermos como vítimas de várias forças. A decisão por sermos quem somos é sempre nossa.“

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Wanking Life é o seu nome. Esse aí é um trecho do filme, para falar a verdade é o único trecho do filme que eu prestei verdadeiramente atenção, no mais eu me perdi na arte do filme, que é o que há de melhor nele. Pesquei outras palavras. O resto foi blá-blá-blá típico de quem está sonhando com coisas desconectadas e interrogativas que esperam a noite para explodir.

O filme todo é uma indagação filosófica, sem fim…

Só que não quero falar apenas sobre o filme, quero falar da responsabilidade sobre si mesmo. Não há responsabilidade maior; justificar as ações que você tem em relação ao outro, ao externo é simples. As motivações podem ser inúmeras: moral, emoção, preguiça, egoísmo e etc. A motivação em relação ao outro pode ser, também, justificada com uma mentira. Agora responder por suas atitudes para consigo mesmo pode ser uma ciranda sem fim. Justificar escolhas difíceis, sentir as consequências baterem no peito e dizer: “E daí? É isso é ponto final!”

Ah! Tem mais…

É possível justificar as suas escolhas sobre sua própria vida, seu próprio caminho com mentiras. Mentiras que vamos criando, mentiras que dizem que somos frutos do meio, ou que o que somos foi construído socialmente, que “filho de peixe, peixinho é”, vamos criando desculpas para nossa morbidez, para as escolhas que não nos agradaram quando chegaram as consequências. Vamos dizendo para nós mesmos que a culpa por aquela escolha não é nossa. Eu culpo minha mãe que não eremissao_penascolheu a vida adequada para eu viver, eu culpo o meu professor que não ensinou direito o conteúdo, eu culpo… Culpo. E outros me culpam também, vamos assim vivendo uma vida de remissão. Um velar das más escolhas. Um enterro que não acontece.

Todos os dias tentamos nos desculpar. Tentamos nos soltar das nossas culpas, pois não soubemos ser sábios o suficiente para escolher o caminho certo. Por não fazer a pergunta certa e assim ter encontrado a resposta rapidamente.

Essa prisão em que nos colocamos faz com que encontremos sempre mais e mais des-culpas para os nossos atos ou não atos. Tudo isso cria em nós um tipo de vida-ilusão. Uma vida em que o que nos guia é a ilusão de que não temos maneiras de modificar o que acontece conosco e a partir daí começamos com os “porquês”, criamos perguntas e acreditamos que quando encontrarmos as respostas estaremos livres. O problemas é quando elaboramos mal as perguntas.

Livrar-se das perguntas erradas pode levar anos, talvez seja necessário encontrar a resposta certa através desse caminho errado para depois perceber por quanto tempo você fez a pergunta incorreta. Nem sempre as perguntas nos ajudam a entender as coisas, o que nos faz entender as coisas é escolher a maneira certa de responder.

Ih! Achei que o filme não era tão bom, mas os dilemas pós-modernos-hippies & filosóficos-existenciais do filme me fizeram encontrar uma resposta estranha à uma pergunta errada antiga.

Talvez você demore muito a encontrar as respostas, mas uma hora ela vem. Smiley sarcástico

Um brinde as respostas certas às perguntas erradas!

domingo, 14 de novembro de 2010

E se eu resolvo…

… aprender a andar na corda bamba?

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Andar na corda bamba é um exercício que só se pode executar se for capaz de encontrar o seu ponto de equilíbrio. Eu ainda não encontrei o meu, sempre me desequilibro, sempre fui mais do tipo que tomba na cama elástica.

A corda bamba exige um silêncio, concentração, ninguém pode lhe ajudar a andar na corda bamba, nunca vi alguém passando na corda bamba junto com outra pessoa. É um caminho solitário, ensimesmado.

Estou nesse momento ensimesmado. Se eu pudesse eu deixaria tudo que faço e ficaria em mim. Mas as coisas na ordem do dia não podem parar quando a gente quer, infelizmente.

Eu fico cansada de conversar, de explicar o que está acontecendo…

Peço perdão aos meus amigos por, mais uma vez, eu estar vivenciando esse momento. Nesse período eu costumo abandoná-los. E isso só ocorre porque eu não posso me esconder por um período longo, pensar sobre mim e aprender a andar na corda bamba.

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O meu silêncio nunca consegue se completar, nunca consegui fechar um desses ciclos de maneira satisfatória para minha maneira de experimentar a vida. Não consigo encontrar o que devo experimentar de maneira plena para que eu não entre nesse ciclo novamente e quebre o vício.

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- Silênciiiiiio! Ela gritou. Todos riam e falaram mais. Ela não entendeu, mas alguém explicou: - Aqui o silêncio é pedido em silêncio.

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Estou cansada de pedir silêncio gritando. Estou cansada de ter que explicar que preciso de silêncio e solidão em alguns momentos. Talvez se todos pudessem compreender a necessidade assombrosa - que acontece em mim - de ficar só. Talvez assim fosse mais fácil vivenciar essa solidão, fosse mais fácil escrever e explicar o que ela significa.

Minha alma precisa sentir o mundo e quando eu o sinto se afastar ela entra em desespero: trêmula e fria. Minha pele é quente, em brasa: o tempo todo. Minha alma fica na superfície, nos poros, na entrada do corpo, no que se pode sentir pelo toque. E eu preciso ser tocada pelo mundo constantemente.

E o que me mantém quente é ainda saber que existem pessoas que cuidam calorosamente de mim, enviando-me energias, soprando a brasa em mim para que ela continue a esquentar. Obrigada por me manterem viva, mas eu preciso ficar só.

SOCORRO! Eu preciso de solidão…

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Para não ser lido: Sobre ser duas.

 

Acredito que quase todas as pessoas já se sentiram divididas, em si mesmas, divididas. Como se fossem duas pessoas dentro de uma só. Esse tipo de coisa acontece comigo ordinariamente.

Dividida

Quando eu percebi que isso acontecia comigo frenquentemente eu comecei a brincar que eu era duas: ora Cassi ora Anne. Mas há momentos que eu sou uma só, com um pouquinho de cada: Cassi[Anne].

Como é isso? Bem… As coisas podem estar indo bem, dias divertidos, sorrisos, carinhos, bem ao molde da Cassi [que é quem eu tento manter com mais força, mas as vezes ela me escapa] e de repente, como se estivesse se sentindo acuada a Anne se solta e sai revirando tudo. A Anne é phoda. Mal humorada para caralho, entristecida, instrospectiva, silenciosa, amargurada, solitária e taciturna. A Anne preza a solidão com tanta força quanto a Cassi preza estar rodeada de pessoas.

Como se a Anne fosse uma serpente, rasteira e solitária. Capaz de espreitar por horas. Vingativa, auto-confiante, arrogante e muito, mas muito, independente. Ela não tem problemas em magoar os outros, desde que ela não se magoe. Por isso precisa ficar na solidão, pois seres humanos sempre magoam um ao outro. A Anne tem uma sensualidade devorativa. Um desejo que devora.

Ela é a taurina em sua face mais terrível.

A Cassi é doce, simples e tranquila. Deixa que as pessoas a magoem, pois acredita que a justiça chega cedo ou tarde. Não é uma justiceira, mas é justa, mesmo que para ser justa com o fluxo das coisas ela precise ser injusta consigo mesma. A Cassi cuida, ama, ama com a facilidade de uma menina. Ela é elevada, transcendental e plena. Mas ninguém nunca terá conhecimento disso, pois sua mansidão oculta qualquer tormento para o outro. E conhecer alguém tão em paz com certeza causa tormento/inveja. Restam-lhe os passos silenciosos, os carinhos e afagos nos que ela chama de amigos, a paciência, a quietude e a não-ação. Ela vive como se não precisasse de nada, mas assiste cada dia passar lentamente, como se estivesse aqui só para compor a cena, pois na verdade não faz parte de nada.

Ela é a aquariana em sua face mais sublime.

fire Sentir que está com dois diferentes dentro de si é tão terrível quanto a iminência de um incendio catastrófico.

Quando há equilíbrio entre as duas é quando passo meus melhores momentos, meus momentos mais lúcidos. No entanto, há dias em que uma predomina mais que a outra, nunca uma fica em evidência sendo a única, sempre a outra está em diálogo, buscando o convencimento, persuadindo ao equilibrio.

O único problema é a paciência da Cassi diante da Anne e a arrogância da Anne diante da Cassi, o que acaba por deixar a Cassi em uma luta desgastante, pois ela sabe que o predomínio da Anne é destruição da vida social, é morte, choro e agonia, ela não pode se ausentar.

É um tipo de delírio, tudo isso. É um tipo de fertilidade e criatividade contida em minha mente. Meus dias há muito são devaneios, incertezas e fadiga. Explicações sobre o sentido da vida.

Filosofia Zen;

Cartomante;

Horóscopo;

Cabala;

Oráculo;

Ciência;

Ficção;

Realidade;

Medicina;

Evolução;

Éden;

Maçã;

Paraíso;

Medo;

Pecado;

Conhecimento.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O Gozo Feminino: Sobre o Faz-de-Conta.

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A phoda não tá boa? Perdeu o clima no meio do caminho, mas não tem coragem de dizer ao parceiro para parar e começar tudo de novo? Não está com paciência para começar tudo de novo?

Atenção, por favor!

Agora você vai aprender como fazer de conta que está gozando em 5 lições.

Lição Prévia: Verifique se ele está se importando com suas reações, porque se ele não estiver você não precisa aplicar as outras lições. Está livre para o recreio.

Lição n. 1: Faça de conta que ainda está com tesão nele segurando a pele dele bem firme, aperte, como se estivesse com muito desejo.

Lição n. 2: Comece a ter suas reações faciais típicas. Se o cara não te conhecer muito bem, abrir levemente a boca, esticar o pescoço e fechar os olhos já funciona bem.

Lição n. 3: A gemida. Ela não pode ocorrer aleatoriamente, porque se não o cara vai perguntar no final se você gozou – o que é chato pra K-ralho - então fique atenta e quando ele fizer determinado movimento, ou seja, quando o kct passar por determinado ponto solte o gemido, como se dissesse: “é aí que tá bom, querido!”

Lição n. 4: Fale. Se você costuma falar. Fale que está bom, que ele é gostoso e blá-blá-blá. É bom que vai ativando o gozo dele logo e você acaba com isso, ou seria ele que acaba com isso.

Lição n. 5: Peça que ele acelere, que “meta” mais. E continue aplicando as etapas acima, logo ele terminará a masturbação – porque sexo só existe se for a dois e você tem que concordar comigo que ele está sozinho nesta – e você ficará livre desse momento chato.

bazzinga!

Mulher com calcinha arriada - Jorge OliveiraBem! Fora a brincadeirinha acima, se você começou uma phoda chata e não está com vontade de começar de novo e não é adepta ao gozo de plástico você pode ajudar o rapaz.

E para isso, primeiro você tem que sentir nua. Digo, sentir que estar nua é delicioso. Concentre-se em você e será uma rápida e prazerosa masturbação a dois – [ironia]já que não vai rolar sexo mesmo[/ironia].

Quando você sentir o tanto que você é uma delícia nua leve sua mão até a perseguida e toque suavemente o botãozinho de emergência. O rapaz irá continuar o serviço dele e você continuará o seu. Daí você não irá precisar das lições aí acima. E no fim tudo ficará delicioso.

[ironia]Só não vale contar para o rapaz no final que você não gozou com ele, mas como você mesma. [/ironia]

Divirta-se!