quarta-feira, 10 de março de 2010

Resposta a sua promiscuidade.

OgAAADyHFm1RYmZTV_xIQfVOgXoPBWvuPnrH8qtU2FSMA-wiAMwqA9T4png38t_X6KKOAD688kTT04F-lBCnhuf8JjoAm1T1UM8NxJhIXdRM73eoqBBHqQ-e77ga

O que me importa, docinho, se você é promíscuo.

Quero sua língua promíscua – agora - na minha nuca.

E não venha me pedir para não me apaixonar.

Vou me apaixonar a cada novo toque.

E você irá ouvir os meus longos suspiros.

 

E meus dedos vão se perder entre os fios de seus cabelos.

Suas mãos vão se perder por baixo de minha saia.

Vou querer você todos os dias.

E não me importa, docinho, se você é promíscuo.

Desde que sua língua esteja na minha nuca.

 

Venha, docinho!

Pare de se justificar.

Esqueça esse papinho de morte.

De tristeza e de melancolia sufocada com sexo.

 

Eu vou fazer você querer viver milhares de dias.

E serão dias promíscuos.

Serão dias deliciosos, como você, docinho!

2 comentários:

Comentários moderados.